Este é um espaço de divulgação e partilha de ideias sobre o nosso concelho e sobre o projecto político do PS para Castro Verde.
Sábado, 20 de Dezembro de 2008
Linhas Gerais da Candidatura "Por Castro"

 

“ As pessoas não podem ser reduzidas a uma única dimensão como
Criaturas económicas…Estamos a redescobrir essa verdade essencial, que as pessoas devem estar no centro de todo o desenvolvimento.”
 
             in Relatório para o Desenvolvimento Humano 1990, Nações Unidas
 
 
 
 
 
 
 
LINHAS DE FORÇA QUE SUSTENTAM A CANDIDATURA “ POR CASTRO” À CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE, NAS ELEIÇÕES AUTARQUICAS DE 2009
 
 
 
  1. UMA LISTA APARTIDÁRIA - À parte do tradicional debate ideológico que sistematicamente transvaza da peleja político-partidária nacional para os pequenos lugares, sempre que se elegem os órgãos autárquicos, a lista “POR CASTRO” é alheia à recorrente procura de redefinição de forças que os partidos buscam fazer localmente para que subsequentemente, melhor se possam impor nas esferas da macro política.
Não concorremos contra indivíduos nem instituições, mas a favor do bem-estar integral e do enraizamento cultural das gentes deste concelho.
Com todos, em particular com as forças locais mais activas, queremos ser cúmplices no estabelecimento dos nossos objectivos e engendrar uma atitude pró-activa com vista a que localmente se possa desenvolver uma dinâmica de fortalecimento e aprofundamento da democracia.
Embora integrada nas listas de um partido político, a génese apartidária desta candidatura, será o garante de que a sua acção se pautará objectiva e exclusivamente pela superação das grandes causas do Poder Local que são transversais a toda a comunidade e não conhecem as diferenças ideológicas, as razões, as convicções e os princípios da doutrina política, pelos quais os partidos natural e legitimamente se debatem.
 
  1. O TERRITÓRIO E AS PESSOAS - Importa-nos, outrossim, que a gestão do Município se desenvolva na base de uma consciência e conhecimento profundos da nossa realidade económica, social e cultural, de modo a aproveitar e valorizar os nossos recursos endógenos, fazendo dos mesmos, um factor de desenvolvimento sustentado.
Olhamos para Castro como uma realidade composta de território e pessoas que deve ser gerida, acautelando-se o primeiro e valorizando-se as segundas, num processo de interacção harmoniosa.
 
  1. A DEMOCRACIA LOCAL - O Poder não é de quem o detém, mas de quem o confere. Por isso, é fundamental que se encontrem mecanismos de gestão assentes na participação sistemática dos munícipes, organizados em associações representativas dos mais variados sectores e interesses.
Por isso, as organizações culturais, os diversos agentes económicos e as associações de moradores, serão por nós considerados parceiros privilegiados na definição das linhas de rumo do Município, e no acompanhamento da sua actividade.
O diálogo deve ser uma constante, na busca de caminhos para a satisfação dos anseios maiores das populações, e a transparência tem de ser um pressuposto em toda a acção municipal.
Neste propósito, contamos com a imprescindível e inestimável colaboração das Freguesias, numa base de envolvimento, compromisso e empenho do Município, sempre solidário na resolução dos problemas concretos das suas populações.
 
  1. MODELO DE CONCELHO INTEGRAL - Defendemos um modelo de concelho integral, em que todo o sítio ou lugar deva merecer a mesma atenção que a vila sede e, como tal, devemos criar instrumentos e fazer circular sinergias conducentes à fixação das populações nos seus locais de origem.
 
  1. UM DESENVOLVIMENTO EQUILIBRADO - O desenvolvimento económico e o bem-estar social dependem, respectivamente, da iniciativa dos agentes empreendedores e da realização pessoal dos munícipes, mas ao Poder Local cabe proporcionar-lhes meios e dinâmicas, que concorram para o crescimento produtivo e para a satisfação individual. Entendemos que a defesa dos interesses do município passa pela promoção do seu desenvolvimento equilibrado, com uma base económica variada e uma situação social mais justa.
 
  1. MAIOR EFICÁCIA - Finalmente, importa referir que consideramos serem os serviços municipais uma estrutura humana, técnica e administrativa vocacionada e apta a prestar às populações serviços diversos de carácter imprescindível.
Como tal, apostaremos na sua modernização e fortalecimento organizacional de modo a que se atinjam níveis superiores de eficácia.
 
 
 
                                                    Castro Verde, 16 de Dezembro de 2008


publicado por revor às 11:33
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